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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é um espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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EU SOU NA MINHA CIRCUNSTÂNCIA…

  Minha Princesa de mim:   Osamu Nishitani (poderia traduzir-te este apelido por Nishi=Oeste, Tani=Vale,o que daria, p.ex., Osamu do Vale Ocidental) é um filósofo japonês que terá dito, certo dia, a um francês: O pensamento não salva. O ocidental (o francês) não percebeu o que o oriental, apesar de Vale do Oeste, quis dizer. […]

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Antonio Gamoneda

  Prendemo-nos por raízes a seres que connosco se cruzam na vida afirma Luni olhando-o no fundo dos olhos e bem sei o quanto a prisão persiste mesmo quando nos afastamos deles. Não sei dizer-te se se nos criam fantasias ou se são eles que em nós se perseguem. Ficam-nos com as ilhas, visitam-nos os […]

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LONDON LETTERS

A flag victory, 2014 A matéria heráldica é algo mais que delicado, é motivo em batalha. Um traço desproporcionado na posição e composição do azul, branco e vermelho basta para justificar acesa disputa em solo constitucional. — Oh-là-là. Ferrer la mule et encore garder le mulet! Segundo a imprensa matinal, o HM Government derreteu “a […]

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MUDAM-SE OS TEMPOS, FICAM-SE AS VONTADES…

  Minha Princesinha de mim:   Chegou-me (hoje aí, 18 de Agosto de 2013), por misterioso correio comungante, uma carta que a um escritor que não conheci no meu tempo, José Saramago, escreveu o nosso Camilo português. Neste nenhures ou todalgures  –  terás de esperar a hora em que sejas, simplesmente, fora de tempo e […]

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QUO VADIS?…

  Minha Princesa de mim:   Limpando caixas e gavetas, vou percorrendo papelada amarelecida, coisas que ficaram, por esquecimento umas, para lembrança outras. Todas já sem importância alguma, nem sei se jamais a tiveram: apontamentos de reuniões talvez discutidas e sábias,sentimentos deixados nos papéis delas  —  que nem só do ganhapão vive o homem  —  […]

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Antonio Gamoneda

Y el momento llégo quando nos fuimos. El mundo era sin límite, igual a mi deseo. Ver con estos ojos lo demás?, qué valia? Realidad fabulosa allá nos esperaba. Un reino virgen. E por entre o ar busquei o ninho; aquele que esquecido descansava na paz de um pássaro desviado afinal do eixo do mundo. […]

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LONDON LETTERS

The echoes of war, 1943 A proposta vem no último Chartwell Bulletin e é de abraçar como um gentil sol que nos visite. A folha informativa do The Churchill Centre recorda John Steinbeck, um dos grandes clássicos da literatura sobre a guerra e também páginas bem humoradas sobre quanto esta pode engendrar nas comunidades de […]

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NO HORIZONTE PASSADO AMANHECERAM VELAS…

  Minha Princesa de mim:      «Não te escrevo hoje. Já te escrevi o que abaixo digo, há muitos anos. Em New York, no dia em que cumpri 42 anos de vida. Copio agora o que poderia ter sido uma carta e apenas foi um manuscrito esquecido na confusão de muitos outros. Sobrevivo ainda, […]

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O TEMPO É ESQUIVO…

  Minha Princesa de mim:      Escreves-me que é esquivo o tempo. Será? Ou, antes, antes mesmo do que já tememos, ou, talvez depois, depois do que já perdemos, somos nós, ou não, que nos esquivamos ou nos esquecemos? Vivemos no tempo, a fugir de nós, e dizemos que o tempo passa a fugir… […]

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