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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é um espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

PEDRAS NO MEIO DO CAMINHO

  XXII. ESCÁRNIO E MALDIZER   Cantigas de Amigo e cantigas de Amor representam a dimensão lírica da influência trovadoresca. Assim nasceu a língua portuguesa, filha do galaico português, como idioma de poetas. Mas para compreender as raízes da nossa cultura, temos de entender também o escárnio e maldizer. Longe de qualquer tentação de sobrevalorizar […]

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A Vida dos Livros

A VIDA DOS LIVROS

   De 12 a 28 de agosto de 2022   Torga, discípulo de Cervantes e de Unamuno, definiu Portugal como um ponto de encontro entre a vontade, o mar e a insatisfação. A leitura da sua obra permite entendermo-nos nas nossas contradições e nos nossos anseios.     CADINHO DE VÁRIAS INFLUÊNCIAS Portugal é um […]

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POEMS FROM THE PORTUGUESE

POEMA DE FERNANDO EDUARDO CARITA   Há no amor… (Para Paulo e Lídia)   Há no amor uma qualquer força mortífera Que põe os amantes um contra o outro, Bastará que a libertem;   Há no amor uma qualquer força vital Que põe os amantes a favor um do outro, Bastará que a mantenham em cativeiro;   Há no amor uma qualquer força inumana Que há-de preservar os amantes De sucumbirem nas margens um do outro, Bastará que a coloquem já onde o amor os não alcança.   in A casa , o caminho/ La maison, le chemin, 2008     There is in love… (To Paulo and Lídia)   There is in love some deadly force That sets lovers against each other, All it takes is to unleash it;   There is in love some vital force That brings lovers towards each other, All it takes is to imprison it; […]

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PEDRAS NO MEIO DO CAMINHO

  XX. O IMPAGÁVEL ABRANHOS   Há um fantasma, destes que cultivam a presença nestas páginas, que encanita sobremaneira Fradique, ainda que produzido na mesma oficina. É Alípio Severo Abranhos, nascido em Penafiel no Natal de 1826 (o ano da Carta Constitucional), tantas vezes esquecido na panóplia queiroziana. Acácio e Pacheco batem-no aos pontos, mas […]

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ANTOLOGIA

    INDO A ERASMO DE ROTERDÃO…por Camilo Martins de Oliveira   Dizia eu que um dos motivos do meu regresso ao espólio do meu homónimo Camilo Maria fora uma edição discográfica inspirada no “Elogio da Loucura” de Erasmo de Roterdão”. (Mais uma iniciativa de Jordi Savall, na sua preocupação com itinerários de diálogos pluriculturais). […]

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PEDRAS NO MEIO DO CAMINHO

  XVII. ALECRIM E MANJERONA   Um dos fantasmas mais perturbadores da nossa história cultural é António José da Silva, o Judeu (1705-1739), nascido no engenho do avô materno, Baltazar Rodrigues Coutinho, no bairro da Covanca, em São João de Meriti, no Rio de Janeiro. Seu pai era João Mendes da Silva, advogado e poeta. Ainda […]

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