CINCO POEMAS – B
1 Nenhuma mão foi centralAo ritmo das noites quando necessitadasDe pontes que as libertassem das cicatrizesE dos sismos nos peitos em peso de afogamentoDescobriu-se sim e lentamenteA corola da lua com o sol por baixoO ar sensitivo a insinuar-se As coisas a cederem sob uma causa maiorE encurvada eu no exercício da palavra-respiraçãoLavrei pão e […]