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Crónica da CulturaCHARLIE CHAPLIN
Teus olhos perscrutantes são meus olhos vagabundos. Tua irmã sou, se me aceitares E como disseste “Cada segundo é tempo para mudar tudo para sempre” e só se conhecem céus, conhecendo as noites fundas do ódio, do poder cego, do desprezo e da clemência do amar que exprimiste mudo com a extrema dignidade […]