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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é um espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

FOMOS EM BUSCA DO JAPÃO

Figura na entrada do Templo de Nikko   23. SHINTO e SÍMBOLOS   O shintoísmo não tem ídolos, como os têm os pagãos por esse mundo e essa história fora, desde a Polinésia a Grécia e Roma, da África à Fenícia, e em muitas outras e variadas partes… Os missionários cristãos, como já lemos, referiam-se […]

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FOMOS EM BUSCA DO JAPÃO

22. SHINTO Em vários manuais sobre as religiões dos japoneses normalizam-se assim as diferenças principais entre shintoísmo, budismo e cristianismo : as duas primeiras são politeístas (apesar de eu considerar que não são rigorosamente identificáveis, entre eles, kami com bodisatva, nem qualquer destes com deuses, no sentido clássico, ainda que no paganismo greco-romano o Olimpo, […]

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FOMOS EM BUSCA DO JAPÃO

Refeição teppatsu no mosteiro zen (Kyoto)   21. HORYUJI E TODAIJI Ainda almoçámos, em Kyoto, com satisfação de todos, num restaurante vegetariano, situado no complexo de um mosteiro zen. Nesse contexto, tal cozinha dá pelo nome de teppatsu, que nos remete para uma tigela ou prato fundo de ferro, com que os monges pediam a esmola […]

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FOMOS EM BUSCA DO JAPÃO

  Jardim do Templo Ryoanji, em Kyoto   20. KARESANSUI   Kare-sansui escreve-se com quatro kanji: os dois primeiros formam as duas sílabas significantes do verbo kareru (ru sendo a terminação dos verbos japoneses no infinitivo), que quer dizer secar; san é montanha, sui é água. Os jardins zen japoneses são secos, com pedras ou […]

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FOMOS EM BUSCA DO JAPÃO

Portão Oriental do Nijo-jo   19. O NIJO-JO   O Nijo-jo que visitámos não é o que Luís Froes nos descreve, como já referi, nem outro; falo de cor, mas se não me falha a memória, além do que conhecemos hoje, houve dois anteriores, já desaparecidos, mas que se situavam nas proximidades do actual. Este, […]

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FOMOS EM BUSCA DO JAPÃO

Nº. de inventário: FO/0634 Créditos fotográficos: © Hugo Maertens/BNP Paribas/Museu do Oriente, Lisboa. 18. KABE NI MIMI ARI, SHOJI NI ME ARI   Uma pintura de Tosa Mitsuyoshi, mestre da escola de apelido Tosa, do século XVI, representa a mesma cena do conto V do Genji, que Kano Eitoku pintou num biombo. Têm as duas […]

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FOMOS EM BUSCA DO JAPÃO

Sino jesuíta da igreja de Nossa Senhora da Assunção no complexo do Myoshin-ji, Kyoto   17. RAKUCHU-RAKUGAI-ZU   Chu é dentro, no meio; gai é fora; zu é desenho,mapa; rakuchu-rakugai-zu quer dizer cenas dentro e fora da capital. Na era Momoyama, e prolongando-se ainda pelas primeiras décadas da Edo, popularizou-se este tema, até de forma canónica, na […]

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FOMOS EM BUSCA DO JAPÃO

  Biombo no Museu Namban Bunka-kan, em Osaka   16. NAMBAN-BYOBU    Num dos mais pequenos museus do mundo se encontra uma das melhores colecções de biombos dos portugueses ou biombos namban. Tem pouca publicidade, é mal conhecido, refugia-se numa ruazinha ignorada e perdida na cidade de Osaka. Chama-se Namban Bunka Bijutsu-kan ou simplesmente Namban […]

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FOMOS EM BUSCA DO JAPÃO

    15. CHA-NO-YU (II)   Na sua História da Igreja do Japão, o jesuíta João Rodrigues  –  talvez o português, o europeu e o missionário do sec.XVI-XVII que melhor entendeu a língua, os costumes, a cultura e a alma japonesa  – diz-nos que o propósito da arte e da cerimónia do chá  –  a […]

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FOMOS EM BUSCA DO JAPÃO

    14. CHA-NO-YU (I)   Cha-no-yu é a cerimónia do chá. Cha-no-yu-sha a pessoa que a executa e serve. Cha-no-yu-zashiki a sala ou casa para a cerimónia do chá. Cha-no-yu-dogu são os utensílios e recipientes da cerimónia do chá. Tudo isto nos ensina já o padre jesuíta João Rodrigues  – o Tçuzu ou intérprete, esse português […]

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