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Crónica da CulturaCRÓNICA DA CULTURA
por Teresa Bracinha VieiraAFONSO CRUZ Sendo uma bola de pó feita de restos humanos, não deixa de ser irónico que o que varremos é a nossa própria morte. A.C. Li no Jornal de Letras (nº1356) «Pó» de Afonso Cruz, um dos nomes mais conceituados da nossa literatura. Imaginei-nos numa fábrica que se vai despedindo do que produz, […]