MARIA JUDITE DE CARVALHO: A «FLOR DISCRETA» DA NOSSA LITERATURA, COMO LHE CHAMOU AGUSTINA
De novo aqui venho com a escrita de Maria Judite de Carvalho e a unidade perspicaz que o seu movimento interior expõe e que continua, desmedidamente, a revelar um frondoso poder de comunicar, também na constante descoberta do ser-se singularmente estranho às ideias e aos sentires dos quais nascemos e àqueles face aos quais […]