O mau sinal
(…) – Não tens nada? – Não, nada. Está tudo em ordem. Exceto o armagnac… Já não há. Desculpa-me, Alain! – O papel de desculpador é meu – disse Alain -, foi culpa minha ter-te deixado subir a essa velha cadeira estragada. – Depois, preocupado: – Mas, meu amigo, estás a coxear! – Só […]