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Crónica da CulturaCRÓNICA DA CULTURA
por Teresa Bracinha VieiraOBSERVATÓRIO Era final de setembro. As palavras aconchegavam-se à nova estação e com as mãos no queixo de cada uma, espreitavam a oficina do dentro de onde nasciam. Logo pela manhã levantara-se um motim fustigado por teimas. – Eu acabei e tu estás viva! ó palavra que não foi por tua audácia que brilhaste! […]