CARTAS DE CAMILO MARIA DE SAROLEA
Minha Princesa de mim: Começo esta, reproduzindo dois versos de Angelus Silesius, citados e traduzidos noutra carta: Sem querer saber de si nem vontade de ser vista O que, afinal, aí fica dito é, segundo François Cheng, que o porquê de uma rosa sendo ser plenamente uma rosa, o instante da sua […]