NO ÚLTIMO ANDAR DO PRÉDIO AMARELO
Ela vivia ali, no último andar daquele estranho prédio amarelo. Um prédio que sacudia para a rua a janela do seu quarto sempre que se anoitava. Um prédio que ora estava ali onde não se sabe o como de seu acesso, ora estava noutro local meio gaveto que deixava o prédio mais suspenso, mais […]