SONETOS DE AMOR MORDIDO
4. A JERÓNIMO SAVONAROLA De teus olhos, Senhor, me afugento, eu que tanto deles me aproximei, porque já cego sou daquele alento, tão duro,de gritar a tua lei! Bem sei, sei bem que a fúria do tormento, que me anima e fere o fraco peito, já não será mais o teu mandamento, […]