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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é um espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

UMA VEZ MAIS, E SEMPRE, GARRETT

  Aqui temos referido, com alguma frequência, a atuação decisiva de Garrett na renovação do teatro português e, obviamente, do teatro em Portugal. Reconheça-se entretanto que as duas qualificações não são necessariamente idênticas: mas são conciliatórias e, no caso de Garrett, aplicam-se ambas com total adequação e justificação. Pois efetivamente Garrett renovou o teatro português […]

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MÁRIO DE SÁ CARNEIRO COMO DRAMATURGO E DOUTRINADOR DE TEATRO

  Sem querer, de modo algum, transformar esta série de artigos exclusivamente numa evocação histórico-dramatúrgica em datas referenciais, não deixamos de referir os 130 anos do nascimento de Mário de Sá Carneiro (1890-1916), tendo em vista por um lado a indiscutível relevância do autor como tal e, por outro lado, a qualidade das peças que […]

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CINQUENTENÁRIO DA MORTE DE ALMADA NEGREIROS (II)

  Começo com uma nota pessoal.   Este artigo assume-se a vivência direta e imorredoira da amizade que uniu as famílias de Almada Negreiros e a minha própria família, ao nível de Almada e dos meus pais: o que permitiu um relacionamento direto e constante, que hoje constitui referência existencial e cultural, o que muito […]

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CINQUENTENÁRIO DA MORTE DE ALMADA NEGREIROS

  Assinalamos aqui os 50 anos da morte de Almada Negreiros (1893-1970). Importa desde já destacar o relacionamento pessoal-familiar decorrente de uma longa amizade de família em que desde sempre participei. E que de certo modo reforcei através de contactos especificamente destinados a acompanhar toda uma vasta série de artigos e de textos publicados na […]

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UM LIVRO RECENTE COM REFERÊNCIAS TEATRAIS

Seja permitida uma nota pessoal: muito recentemente, recebemos um livro de António Braz Teixeira, intitulado “A Vida Imaginada – Textos sobre Teatro e Literatura” que, tal como o título indica, contém e desenvolve numerosas referências e citações, estudos e análises, a dramaturgos, espetáculos e edifícios que, no seu conjunto, marcam a evolução global do espetáculo […]

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O CENTENÁRIO DE BERNARDO SANTARENO

  Nesta alternativa entre referências a teatros/edifícios e teatro/dramaturgia/espetáculo, iniciamos hoje uma sequência de referências a Bernardo Santareno, nos exatos 100 anos do seu nascimento.   Importa de facto ter presente que António Martinho do Rosário, seu nome civil, nasceu em Santarém em 1920, cumprem-se pois 100 anos. Faleceu em Lisboa em 1980. E hoje […]

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AMÁLIA RODRIGUES COMO ARTISTA DE ESPETÁCULOS

  No artigo publicado na semana passada fizemos referência ao lançamento do livro intitulado “Amália Ditadura e Revolução” da autoria de Miguel Carvalho, previsto e ocorrido depois da redação do texto.     Sem de modo algum pretender, na presente evocação, esgotar a análise crítica deste estudo de cerca de 600 páginas, o que já […]

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O CENTENÁRIO DE AMÁLIA RODRIGUES

  Justificam-se amplamente as referências à celebração do centenário de Amália Rodrigues (1920-1999), num conjunto de estudos e evocações que serão aliás objeto de um livro de Miguel Carvalho, a ser lançado esta semana, e ao qual faremos referência depois de analisado. Em qualquer caso, importa desde já ter presente aspetos muito específicos da vida, […]

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BREVE REFERÊNCIA A TEÓFILO BRAGA COMO DRAMATURGO ESQUECIDO

  No artigo anterior, referimos os 150 anos da publicação da “História do Teatro Português” de Teófilo Braga, numa evocação do livro, datado exatamente de 1870.   Aí se refere designadamente a sua sistemática abordagem da evolução global da literatura dramática portuguesa, sem pôr em causa nem os estudos que o antecederam nem a globalidade […]

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