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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

A LÍNGUA PORTUGUESA NO MUNDO

  LXV – VIAGENS, VIAJANTES E O FATOR LÍNGUA (VII)      Se a linguagem falada, é um produto da evolução biológica, e a linguagem escrita exige instrução, sendo um fenómeno cultural, destinado a vencer o tempo e o espaço, através da imprensa e do livro, a que acrescem os meios eletrónicos e digitais atuais, um […]

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A LÍNGUA PORTUGUESA NO MUNDO

  LXIII – VIAGENS, VIAJANTES E O FATOR LÍNGUA (V) Sendo a dilatação da fé uma das razões para a expansão marítima, viajavam nas naus sempre missionários que se estabeleciam nas terras descobertas ou conquistadas, evangelizando e convertendo povos ao cristianismo. Com referência a esses viajantes da fé cristã, refiram-se os padres José de Anchieta, […]

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A LÍNGUA PORTUGUESA NO MUNDO

  LXII – VIAGENS, VIAJANTES E O FATOR LÍNGUA (IV)   Em 1394, nasceu, no Porto, a 4 de março, o Infante D. Henrique, “O Navegador”, pioneiro dos descobrimentos e da globalização.   Foram, assim, os portugueses os formuladores e os construtores iniciais da globalização/mundialização, neste feito forjando os seus heróis, aqui assumindo especial relevo […]

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A LÍNGUA PORTUGUESA NO MUNDO

  LXI – VIAGENS, VIAJANTES E O FATOR LÍNGUA (III)   Para além da perspetiva unitária do mundo via diversidade, as navegações portuguesas abriram uma brecha no conceito restrito de humanidade até então dominante na Europa.    A Europa, incluindo a eclesial, ensinada nas escolas, não aceitava que o Homem fosse um ser existente para […]

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A LÍNGUA PORTUGUESA NO MUNDO

  LX – VIAGENS, VIAJANTES E O FATOR LÍNGUA (II)   Foi no século XVI que a fixação da língua portuguesa se consolidou, tendo contribuição decisiva a invenção da imprensa, permitindo a divulgação do livro em larga escala.   Genuínos cabouqueiros do nosso idioma foram D. Dinis (ver texto anterior), Fernão Lopes (em especial na […]

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