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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

TRINTA CLÁSSICOS DAS LETRAS

  “AS VINHAS DA IRA” de JOHN STEINBECK (XXIII)   John Steinbeck (1902-1968) baseou-se numa passagem do célebre poema de Júlia Ward Howe (1819-1910) para intitular esta saga (“The Grapes of Wrath”, 1939), passada nos tempos negros da grande crise americana dos anos trinta do século XX. Não podemos compreender, aliás, o “New Deal” de Franklin […]

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TRINTA CLÁSSICOS DAS LETRAS

  “MEMORIAL DO CONVENTO” de JOSÉ SARAMAGO (XXII)   «Memorial do Convento» de José Saramago (1922-2010) foi publicado em 1982 e constituiu um grande sucesso literário, pelo tratamento do tema, pela vivacidade e ritmo da escrita, pelo domínio da língua portuguesa. É o retrato do rei D. João V e da sua magnificência, num tempo dominado […]

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TRINTA CLÁSSICOS DAS LETRAS

  «MIL NOVECENTOS E OITENTA E QUATRO» (XXI)   George Orwell, pseudónimo de Eric Arthur Blair (1903-1950), é porventura o mais célebre dos cultores da literatura distópica no século XX, tendo escrito “Mil Novecentos e Oitenta e Quatro” (1949) e “Animal Farm” (“O Triunfo dos Porcos”, 1945) obras referenciais ao lado de “Farenheit 451” de […]

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TRINTA CLÁSSICOS DAS LETRAS

    «O GRANDE GATSBY» DE SCOTT FITZGERALD (XX)   Os críticos são unânimes em considerar “O Grande Gatsby” como um dos grandes romances da literatura mundial. O seu autor, Francis Scott Fitzgerald (1896-1940), tornou-se, de algum modo, um símbolo do tempo que retratou no seu livro, mas (como muitas vezes acontece) a sua obra-prima não […]

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TRINTA CLÁSSICOS DAS LETRAS

  “O MITO DE SÍSIFO” DE ALBERT CAMUS (XIX) Albert Camus (1913-1960), Prémio Nobel da Literatura de 1957, representa uma das referências fundamentais do existencialismo. Com uma obra rica e multifacetada, o escritor franco-argelino foi, pela liberdade de espírito e pela orientação libertária, aquele que, na sua geração, melhor pôde corresponder à superação do espírito […]

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TRINTA CLÁSSICOS DAS LETRAS

  “A CARTUXA DE PARMA” DE STENDHAL (XVIII)   Todos temos na memória as cenas marcantes do filme de Christian-Jaque “A Cartuxa de Parma” (1839) sobre o romance imortal de Stendhal (Henri-Marie Beyle 1783-1842) em que o triângulo amoroso, representado por Sanseverina – Maria Casares, Fabrício Del Dongo – Gérard Philipe e Clélia Conti – Renée […]

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TRINTA CLÁSSICOS DAS LETRAS

  “AS VIAGENS DE GULLIVER” DE J. SWIFT (XVII)   Jonathan Swift (1667-1745) foi um clérigo e polemista irlandês, Reitor da Catedral de S. Patrício em Dublin, que se celebrizou ao ter criado a personagem de Lemuel Gulliver, que está presente na literatura juvenil dos últimos séculos. No entanto, Swift não escreveu para deleite dos […]

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TRINTA CLÁSSICOS DAS LETRAS

  “OS LUSÍADAS” DE LUÍS DE CAMÕES (XVI)   Camões e “Os Lusíadas” representam a maturidade da língua portuguesa. Toda a obra do grande épico constitui oportunidade para lidarmos com uma riquíssima convergência entre os maravilhosos pagão e cristão, servidos pelo domínio exemplar da palavra e da imagem. Vasco Graça Moura deu-nos, aliás, essa demonstração, […]

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TRINTA CLÁSSICOS DAS LETRAS

  “A MORTE DE VIRGÍLIO”, HERMANN BROCH (XV)   Hermann Broch (1886-1951) nasceu em Viena, no momento que ele próprio definiu de um “Apocalipse alegre”, no seio de uma família judaica de industriais do setor têxtil. A sua formação foi orientada no sentido de assumir responsabilidades nos negócios da família em Teesdorf na manufatura têxtil, […]

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TRINTA CLÁSSICOS DAS LETRAS

  “PEREGRINAÇÃO”, FERNÃO MENDES PINTO (XIV)   Estamos perante uma obra pioneira na literatura mundial e europeia. Mais do que um livro de viagens, trata-se de um modo inteiramente novo e original de fazer uma narrativa. Como se disse relativamente a Cervantes, pode afirmar-se que, noutro registo, a “Peregrinação” de Fernão Mendes Pinto (c. 1510-1583) põe-nos […]

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