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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é um espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

MEDITANDO E PENSANDO PORTUGAL

30. JOSÉ MATTOSO (II) Quanto à alegada incapacidade de planeamento dos portugueses, aliada ao talento para a improvisação, JM desmistifica-a dizendo tratar-se de um fenómeno normal numa sociedade semiperiférica, o que desapareceria com a generalização de um ensino racional e a preferência pelo valor da previsão mais do que do imediato e do inesperado, pondo […]

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MEDITANDO E PENSANDO PORTUGAL

29. JOSÉ MATTOSO (I) “Se o critério é o da objetividade, teremos de excluir, desde logo, as teorias messiânicas, tão insistentes e tão carregadas de emotividade, acerca do destino universal do povo português, do seu insondável ”mistério” e da sua irredutível originalidade” (José Mattoso, “A Identidade Nacional”).    A inventariação dos carateres específicos da gente […]

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MEDITANDO E PENSANDO PORTUGAL

  28. OPÇÃO ATLÂNTICA E EUROPEIA (III) Quanto à adesão à Comunidade Europeia, Portugal teve de optar pela democracia, anuência que lhe foi retardada para que pudesse entrar juntamente com Espanha, o que prova que do lado marítimo Portugal tem prioridade, havendo países que têm como do seu interesse a preservação da individualidade portuguesa, sendo […]

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MEDITANDO E PENSANDO PORTUGAL

  27. OPÇÃO ATLÂNTICA E EUROPEIA (II) Autores há que apesar de aceitarem a opção europeia, a olham com reticências, reforçando a vertente atlântica.   Falam em estar de novo à vista uma civilização predominantemente marítima, face a crescentes dificuldades de acesso a regiões terrestres detentoras de produtos estratégicos, como o petróleo, que obrigam a pensar […]

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MEDITANDO E PENSANDO PORTUGAL

26. OPÇÃO ATLÂNTICA E EUROPEIA (I) A opção atlântica é reconhecida desde sempre como historicamente vital para Portugal, não esgotando todas as suas potencialidades, pelo que se impõe também a opção europeia, desde logo porque parte integrante da Europa. O problema presente e futuro que se coloca a Portugal é o de compatibilizar e harmonizar […]

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MEDITANDO E PENSANDO PORTUGAL

25. INTERROGAÇÕES SOBRE O CASO PORTUGUÊS A “excecionalidade” do caso português, em termos de existência e sobrevivência é tida como exemplo, por vários autores, tendo como referência imediata o desequilíbrio e desproporção territorial com o único estado vizinho, agudizada pela natureza insular da Península Ibérica, qual ilha, tipo Jangada de Pedra de Saramago, tornando mais […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

87. O INÚTIL E O ÚTIL No texto A Árvore Inútil, o pensador chinês Tchouang-Tseu, discípulo de Lao-Tseu, escreveu: “Houi-Tseu dirigiu-se a Tchouang-Tseu e disse: “Eu tenho uma grande árvore. As pessoas chamam-lhe árvore dos deuses. O seu tronco é tão nodoso e disforme que não se pode cortar a direito. Os seus ramos são […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  86. RELATIVISMO E DEMOCRACIA Não há um modelo único ou melhor. O princípio fundamental da tese relativista defende a variedade cultural do mundo em que vivemos, não subordinado a um qualquer preceito valorativo que nos permita concluir por favorecer uma cultura em detrimento de outra ou outras. O que aparentemente parece legítimo e sem […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  85. AFEIÇÃO AOS ANIMAIS É tida como compensatória a afeição aos animais. Há uma necessidade psicológica, em cada um de nós, de dedicar a alguém a nossa afeição, agudizada quando achamos que os nossos semelhantes não a sabem aceitar ou reconhecer, voltando-nos para os animais.  Nem todos assim pensam, com razão, pois podemos sentir-nos […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

     84.  CASTIGO ESCOLAR (I)LÍCITO   Anteriormente ao 25 de abril de 1974, era usual a escola primária ser um local de terror, com uma percentagem considerável de professores que tinham métodos ditatoriais, desumanos, cruéis e com requintes de malvadez. Parte significativa da geração escolar de então tem uma memória da escola básica como […]

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