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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é um espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

A PALAVRA PORTUGAL!

  DIÁRIO DE AGOSTO (IX) – 9 de agosto de 2017   Perguntam-me sobre a etimologia Portugal. Donde vem essa palavra mágica? Foi da cidade da foz do rio Douro que houve nome Portugal. Portus vem do latim e corresponde a uma entrada de mar – a raiz tem a ver com o elemento per, […]

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A FORÇA DO ATO CRIADOR

  A conceção artística do Renascimento, segundo Arnold Hauser.    No texto ‘Concepto de Renacimiento. Artistas y vida social en el siglo XV.’ de Arnold Hauser, lê-se que a conceção atual do mundo naturalista e científico, é uma criação do Renascimento.    Porém, o interesse pela individualidade, pela investigação das leis naturais, pelo sentido de […]

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ESPAMPANANTE…

  DIÁRIO DE AGOSTO (VIII) – 8 de agosto de 2017   Um pinga-amor muito conhecido na noite lisboeta mudava amiúde de namoradas, que ia ostentando com garbo no Chiado lisboeta para espanto de muitos. Acontece que nem sempre a cultura e a erudição acompanhavam a espetacularidade das senhoras… Um dia, descendo a rua da […]

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CARTAS DE CAMILO MARIA DE SAROLEA

  Minha Princesa de mim:      Haverá outros, mas eu só conheço dois Hasedera no Japão, ambos na ilha central de Honshu, um na área de Kamakura, outro na de Nara. Ao primeiro se liga, na minha memória, a lembrança de uma visita, em companhia de um jovem casal japonês, muito amigo, que ali […]

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PRODUTIVIDADE…

  DIÁRIO DE AGOSTO (V) – 5 de agosto de 2017   O António Alçada Baptista era um incansável contador de histórias. Podiámos estar com ele horas a fio, serões seguidos, mas sempre havia motivo para bom convívio. A ele voltaremos mais vezes… Esta é dele. Um amigo, diplomata brasileiro, foi colocado na Embaixada do […]

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UM DRAMATURGO ESQUECIDO E UM TEATRO DEBATIDO

  Trata-se, aqui, de uma situação no mínimo insólita: um dramaturgo que, pela qualidade e prestígio epocal da sua obra, justificou, na transição dos séculos XIX/XX, a denominação de um teatro que, ao menos no edifício, dura até hoje. E isto, apesar do abandono, seja permitida a expressão, em que o teatro se encontra, não […]

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