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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é um espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

XIII. Sebastião José de Carvalho e Melo e o Século das Luzes

Aproximando-se a chegada ao trono de D. José, D. Luís da Cunha, o experimentado diplomata, apresentou sugestões para um novo governo, indicando alguém que tinha experiência diplomática em Londres e Viena, na maturidade dos 50 anos, o que na altura era já uma idade avançada. Referia-se a Sebastião José de Carvalho e Melo, para a Guerra […]

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O HOMEM: QUESTÃO PARA SI MESMO (1)

     António Damásio © Miguel A.Lopes /Lusa 2013   1.  O CÉREBRO E O ESPÍRITO Já no livro Francisco. Desafios à Igreja e ao Mundo escrevi longas páginas reflectindo sobre o tema, concretamente sobre as questões do “Transhumanismo e pós-humanismo”, onde também citava Raymond Kurzweil para quem não se trataria apenas de “transhumanismo”, melhorando […]

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XII. O Ouro do Brasil e as sequelas de Methuen

Os Tratados de Methuen estabeleceram o acordo de Portugal com a Grande Aliança, formada pela Grã-Bretanha, as Províncias Unidas e o Sacro-Império Romano-Germânico, para enfrentar a Espanha e a França na guerra de sucessão espanhola. À frente das negociações deste tratado estiveram o embaixador inglês John Methuen e D. Manuel Teles da Silva, marquês de […]

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A Vida dos Livros

A VIDA DOS LIVROS

De 12 a 18 de agosto de 2024 Angel Marcos de Dios é autor de “Unamuno – Textos Fundamentais sobre Portugal”, conjunto de reflexões fundamentais para a compreensão da importância da nossa cultura. UM ENCONTRO NATURAL“Que terá este Portugal – penso – para assim me atrair? Que terá esta terra, por fora curta e branda, […]

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Veloso Salgado

XI. O domínio filipino e a Restauração: equilíbrio e cerco

A Restauração da Independência de Portugal de 1640 correspondeu a uma reação à tentativa de Filipe III (IV de Espanha) e do Conde Duque de Olivares de centralização e unificação dos reinos ibéricos. Estava em causa o desrespeito das condições definidas nas Cortes de Tomar (de 1581). Se Portugal nunca perdeu a independência formal, o […]

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POEMS FROM THE PORTUGUESE

POEMA DE YVETTE K. CENTENO  Os Mestres a António Ramos Rosa I Sentados no alto da colinacontemplando o arvoredoouvindo o regato murmurar São trêsos primeiros Mestreso quarto está a chegar II Aquela era a casa inocenteaquela era a casa felizo portão não tinha gradese tu vias toda a genteao jardim vinham gaivotasa mãe dizia não pousempois […]

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X. A decadência do Império

Quando na segunda Conferência Democrática do Casino Lisbonense (1871), Antero de Quental enumerou as causas da decadência dos povos peninsulares preocupou-se com o fator religioso representado pelo Concílio de Trento, com o fator político pelo absolutismo real e com o sistema económico dos descobrimentos. Se D. João II procurou garantir uma coordenação estratégica, baseada numa […]

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Antologia

ANTOLOGIA

GRÃO QUE APODRECE OU FRUTIFICA…por Camilo Martins de Oliveira Minha Princesa de mim: Domingos de Gusmão gostava de repetir esta sua espantosa (assim a adjetivou Bernanos: “étonnante”!) máxima: “o grão apodrece quando se acumula e frutifica quando se semeia”. Justificava assim o fomento da dispersão dos seus frades pregadores por toda a parte, caminhantes anunciadores […]

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IX. Os portugueses e o Renascimento

O pano de fundo da história portuguesa dos séculos XV e XVI pode, em termos culturais, abranger sete referências fundamentais: (I) na grande tradição da lírica poética, vinda dos trovadores galaico-portugueses e das cantigas de amor e de amigo, chegamos à maturidade da língua portuguesa com Luís de Camões (1524-1580), antecedido por Garcia de Resende […]

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VIII. De Vasco da Gama a Afonso de Albuquerque: um império universal

Sobre Vasco da Gama, importa lembrar que depois da morte do Infante D. Henrique as navegações «eram sobretudo impulsionadas pela procura do Preste João e do ouro da Guiné, e que, durante o reinado de D. João II, estes motivos foram reforçados pela procura de especiarias asiáticas – compreendendo-se a resposta do enviado de Gama […]

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