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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é um espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  128. A NÃO-BANALIDADE E A SOLIDÃO NOS HOMENS DE BEM Não se adequa aos parâmetros tradicionais quem resiste a saber poder ser vítima de violência extrema, não hesitando, mesmo assim, em salvar do sofrimento ou morte pessoas de ideologias, religiões, etnias e nacionalidades diferentes, entrando em rutura com o regime estabelecido, de que foi, […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  126. PELA NÃO-BANALIDADE DO MAL E DO BEM Sendo por natureza o mal radical, não pode ao mesmo tempo ser banal. Classificar o mal como banal é perigoso, podendo dar a ideia de ser algo sem gravidade. Uma suposta banalidade do mal normaliza-o, havendo que o não vulgarizar, em paralelo com a não-banalidade do […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

    125. FOCOS DE RESISTÊNCIA À NORMALIZAÇÃO QUE NORMALIZAM As manifestações da liberdade de expressão, implementadas pela criação de regras estruturantes de um novo tipo de confronto verbal de opiniões, não existem para ser agradáveis, concordar e dizer bem, fazendo mais falta quando geradoras de discussão, podermos opinar e ser informados sobre temas chocantes, […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  123. O ENCONTRO COM NÓS PRÓPRIOS Desgostosos de nós próprios, há a procura de diversas formas de evasão. Onde o escapismo excede as necessidades vitais em condições normais de saúde física e psíquica, desde a alucinação da velocidade, ao álcool e droga, uma excessiva busca de novidades na alimentação, vestuário, compras, num permanente acompanhamento […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  122. (IN)TERMINÁVEL MOVIMENTO ENTRE VIDA, MORTE E NATUREZA Schopenhauer defendia que os pensamentos humanos pouco podem contra a força da natureza. O ser humano crê ser o seu centro, do mundo e do universo, o que faz com que a ideia de morte, que é certa e não muito distante, não o perturbe, vivendo […]

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MEDITANDO E PENSANDO PORTUGAL

37. ONDE FICAM AS FRONTEIRAS DE PORTUGAL? A natureza mista e descontínua do território português manifesta-se no artigo 5.º, n.º 1 da Constituição da República Portuguesa, onde se lê: “Portugal abrange o território historicamente definido no continente europeu e os arquipélagos dos Açores e da Madeira”, incluindo Olivença, no território continental ibérico.  Embora real a […]

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MEDITANDO E PENSANDO PORTUGAL

    36. TRIPLA JUNÇÃO DAS PLACAS EUROASIÁTICA, AFRICANA E AMERICANA As fronteiras do nosso país restringem-se a Portugal continental e aos arquipélagos dos Açores e da Madeira, com uma localização singular da sua superfície terrestre. Se a parte continental de Portugal se situa na placa tectónica euroasiática, vulgo placa europeia, tal não sucede com […]

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