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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é um espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

A LÍNGUA PORTUGUESA NO MUNDO

  XCVIII – POR UM IDIOMA COMUM SEM RESSENTIMENTOS Eis algumas palavras da intervenção de Paulina Chiziane, escritora moçambicana e prémio Camões 2021, na abertura do festival literário da Póvoa de Varzim, este ano: “Começaria por um verso célebre: “Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades”. Mas que tempos? De que tempos falo eu, que vim […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  137. OBSSESSÃO EM TRANSCENDER A MORTE BIOLÓGICA A morte como passagem para outra dimensão, da vida depois da morte, tem tido por base, sobretudo, conceções religiosas, onde sobressai a imortalidade da alma. No nosso tempo, cada vez mais, é através da tecnologia que se tenta transcender a morte biológica. Hologramas, sobrevivência eterna via morte […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  136. AGARRAR A VIDA, ANTES QUE ESCAPE… Notícia recente refere um casal canadiano a dar a volta ao mundo, há um ano, com os quatro filhos, antes que três deles percam a visão.    Em 2019, diagnosticou-se que três, dos quatro irmãos, sofriam de uma condição genética degenerativa, com perda progressiva da visão, sendo […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

   Fotografia: Torre de Belém / Copyright: © 2016 LUSA – Agência de Notícias de Portugal, S.A.   135.   VIVER, VIVENDO A “NOSSA INTEMPORALIDADE” “Enquanto vivo esta vida, como poderia suportar deixá-la?Tenho ainda, sinto, tanto para fazer. Sinto sempre que vivi tão pouco. Isto deixa-me pensativo, mas não triste, e foi destes pensamentos que surgiu […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  134. A IMPERFEIÇÃO DA RAPOSA E A PERFEIÇÃO DO OURIÇO Em “O Ouriço e a Raposa – Ensaio sobre a Visão da História de Tolstói”, escreve Isaiah Berlin: “O sentido omnipresente dessa estrutura (…) algo “inexorável”, universal, penetrante, não alterável por nós, fora do alcance do nosso poder (…), é o que está na […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  133. O OURIÇO MONISTA E A RAPOSA PLURALISTA Arquílico, antigo poeta grego, escreveu: “A raposa sabe muitas coisas, mas o ouriço sabe apenas uma grande coisa”, metáfora que abre o livro “O Ouriço e a Raposa – Ensaio sobre a Visão da História de Tolstói”, de Isaiah Berlin.    Impactante pela sua simplicidade, eficácia […]

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A LÍNGUA PORTUGUESA NO MUNDO

  XCVII – DIVERSIDADE, IGUALDADE E RECIPROCIDADE Se o combate pela diversidade cultural e linguística não pode ser isolado, porque feito com os que para ele sensibilizados, significa que essa partilha é uma participação em igualdade, que acautele e evite posições de preponderância de um dos parceiros. É saudável e gratificante cultivar e manter a […]

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A LÍNGUA PORTUGUESA NO MUNDO

XCVI – PERFIL DE ANTERIORES E NOVAS VAGAS IMIGRATÓRIAS Comparativamente às novas vagas imigratórias em Portugal, eram as anteriores, no essencial, de imigrantes das ex-colónias, cuja ligação se fixava, maioritária e naturalmente, por uma língua comum.   Eram imigrantes preferencialmente do espaço lusófono, ao invés de um novo perfil de origem anglófona, francófona, asiática, eslava, […]

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A LÍNGUA PORTUGUESA NO MUNDO

  XCV – MUSEU DA LÍNGUA PORTUGUESA O único Museu da Língua Portuguesa existente, até hoje, está em São Paulo, no Brasil. Embaraçosa a sua ausência em Portugal onde, pela ordem natural das coisas e seu sentido literal (língua portuguesa), faria cabimento que também existisse. É no Brasil, antiga colónia, que é homenageada, museologicamente, pela […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  132. FILOSOFAR Se filosofar é uma formulação de porquês geradora de outros porquês, um refletir sobre nós, a vida e a morte, questionar as coisas, escrutinando em permanência o que temos por adquirido e se a filosofia, em paralelo, interpela a incerteza, o desconhecimento, o amor pelo saber experimentado pelo ser humano consciente da […]

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