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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

CRÓNICAS LUSO-TROPICAIS

  10. GILBERTO FREYRE E O LUSO-TROPICALISMOANTÓNIO SÉRGIO E O MUNDO QUE O PORTUGUÊS CRIOU   António Sérgio, após louvar e enaltecer a abertura, cosmopolitismo, antirracismo, entre outras caraterísticas dos portugueses, no seguimento do luso-tropicalismo, coloca uma questão, que tem como decisiva: se assim é, qual a razão para o nosso horror à ciência, ao […]

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CRÓNICAS LUSO-TROPICAIS

  9. GILBERTO FREYRE E O LUSO-TROPICALISMOCRÍTICAS E MÉRITOS (VI)   Outra crítica refere-se à inadequação do luso-tropicalismo na África e na Ásia, por confronto com o Brasil.    Maria Archer, tomando como referência a sua vivência em África, entende que o pensamento de Freyre não pode ser aplicado do mesmo modo em todos os […]

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CRÓNICAS LUSO-TROPICAIS

  8. GILBERTO FREYRE E O LUSO-TROPICALISMOCRÍTICAS E MÉRITOS (V)   Outra das resistências ao luso-tropicalismo, advém da ênfase que Freyre dá à componente árabe e africana na constituição do caráter nacional português, o que contrariava a perspetiva que em geral se defendia em Portugal, a começar pelo ensino, de valorizar quase predominantemente a reconquista […]

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CRÓNICAS LUSO-TROPICAIS

  7. GILBERTO FREYRE E O LUSO-TROPICALISMOCRÍTICAS E MÉRITOS (IV)   Importa analisar uma das acusações que com maior frequência é dirigida a Gilberto Freyre: a de ter concebido uma teoria neocolonialista.      Em textos anteriores destas Crónicas Luso-Tropicais (n.ºs 4 e 5), está expressa essa opinião e o seu raciocínio.    Iremos agora, […]

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CRÓNICAS LUSO-TROPICAIS

  6. GILBERTO FREYRE E O LUSO-TROPICALISMOCRÍTICAS E MÉRITOS (III)   Torna-se necessário expor alguns argumentos em defesa de Freyre.   É de sublinhar, em primeiro lugar, o seu contributo fundamental para a reabilitação dos “trópicos”.      Durante décadas foi uma expressão equiparada pelos europeus a exotismo, algo de estranho, uma realidade que era […]

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CRÓNICAS LUSO-TROPICAIS

  5. GILBERTO FREYRE E O LUSO-TROPICALISMOCRÍTICAS E MÉRITOS (II)   Cláudia Castelo emerge com a sua análise crítica na tese de mestrado “O Modo Português de Estar no Mundo: O luso-tropicalismo e a ideologia colonial portuguesa (1933-1961)” (Porto, Edições Afrontamento, 1998).   Entende que o Estado Novo usou o luso-tropicalismo para fundamentar a presença […]

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CRÓNICAS LUSO-TROPICAIS

  4. GILBERTO FREYRE E O LUSO-TROPICALISMOCRÍTICAS E MÉRITOS (I)   Toda a obra e trabalho é passível de críticas, não sendo GF uma exceção.   Por maioria de razão tratando-se de um autor inovador e ousado, com uma nova interpretação da colonização portuguesa nos trópicos, até chegar ao luso-tropicalismo, um dos pilares da lusofonia.  […]

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CRÓNICAS LUSO-TROPICAIS

  3. GILBERTO FREYRE E O LUSO-TROPICALISMO     Tendo o Trópico e a Europa como presenças decisivas na formação, espaço e tempo brasileiro, Tropicalização e Europeização constituem, em sincronia, os dois processos principais que se vêm defrontando no Brasil, existindo uma interpenetração de ambos quanto ao que seja mais particularmente nacional e original na […]

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CRÓNICAS LUSO-TROPICAIS

  2. GILBERTO FREYRE E O LUSO-TROPICALISMO   Num momento histórico em que se desenvolviam teorias que atribuíam à “mistura das raças” um dos principais fatores de “degeneração” do brasileiro enquanto povo, Gilberto Freyre via o resultado dessa miscigenação como muito positivo, tornando a multiplicidade do brasileiro mais múltipla o que, por sua vez, o […]

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CRÓNICAS LUSO-TROPICAIS

  1. GILBERTO FREYRE E O LUSO-TROPICALISMO     O sociólogo e ensaísta brasileiro Gilberto Freyre é uma referência incontornável, para uns, e dispensável, para outros. Amado e desamado, a sua obra não é consensual, mas sim polémica, aberta à controvérsia, à contestação, ao debate, à discussão.    Adulado por uns e censurado por outros, o […]

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