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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é um espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

SE SEI VIVER SÓ

  Se sei viver só? Quem sabe? Nessa imagem revelada pelas montras Passeia-se a rua interior De mão dada com cada um Ou não fossemos a primeira e última Trincheira Unida a outra e a mais outra Corredores sem fim e labirínticos Por entre as mensagens como flechas Chegadas ao nosso, meu coração rebentado. Se […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  30. PATERSON: ENTRE O TRIVIAL E A AUTOSSATISFAÇÃO POÉTICA   Paterson é motorista de autocarros e poeta.Tem um trabalho que não dói, vida e afetos estáveis, uma domesticidade trivial.A poesia é fundamental para Paterson, o autor, mas Paterson, a cidade, não é poética. Ele e a cidade de Paterson, New Jersey, nos Estados Unidos, […]

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A Vida dos Livros

A VIDA DOS LIVROS

De 11 a 17 de fevereiro de 2019.     «Antologia Poética» de Natália Correia (D. Quixote, 2013) é um conjunto indispensável para compreendermos a escritora. A rica imaginação metafórica de Natália Correia (1923-1993) coloca-a num lugar especial na literatura portuguesa do século XX.   UMA VOZ REBELDEFoi uma voz rebelde que construiu o seu […]

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CARTAS DE CAMILO MARIA DE SAROLEA

    Minha Princesa de mim:      Na minha já idosa discoteca, constituída passo a passo, escuta a escuta, ao longo de muitas décadas, ainda se arrumam discos em vinil (78, 45 e 33 rotações) e inúmeros cd. Quando, com alguma nostálgica paciência, a percorro como catálogo dos meus gostos e preferências musicais, e caleidoscópio de […]

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SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN

  «A poesia (…) pede-me antes a inteireza do meu ser, uma consciência mais funda do que a minha inteligência, uma fidelidade mais pura do que aquela que eu posso controlar.»  Arte Poética – II     Pois te digo Sophia   Que sinto uma neve a embranquecer mais Esclarecendo a vida mergulhada na vulnerabilidade […]

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