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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

AS ARTES E O PROCESSO CRIATIVO

  XXIII – PEGGY GUGGENHEIM   Após a grande depressão e crise económica de 1929, o governo de Roosevelt decidiu implementar, a partir de 1933, um conjunto de programas designados por Federal Arts Projets (F.A.P.), destinados a auxiliar os artistas de situação vulnerável.   Tais incentivos, anteriores à segunda guerra mundial, foram favoráveis à consolidação […]

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AS ARTES E O PROCESSO CRIATIVO

  XXII – EM BUSCA DA LIBERDADE CRIATIVA PERDIDA   Com a implantação de regimes totalitários na Alemanha (nazismo), na União Soviética (comunismo), na Itália (fascismo), com a França invadida e ocupada a partir de 1940, a liberdade de expressão e pensamento, com reflexos na liberdade criativa imanente às artes e ao processo criativo, ficou […]

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AS ARTES E O PROCESSO CRIATIVO

  XXI – “BELLE ÉPOQUE”, ARTE NOVA, BELICISMO E TOTALITARISMOS   1. Com o aparecimento da eletricidade, do cinema, telefone, telégrafo sem fios, bicicleta, automóveis, aviões, surgem novas perceções da vida, novos modos de pensar e de viver. Prevalece, desde 1870 até à primeira grande guerra, em 1914, a Belle Époque (Bela Época). Paris, em […]

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AS ARTES E O PROCESSO CRIATIVO

  XX – CRISE E RUTURA DOS VALORES E CHOQUE DA GUERRA – II   Para uns, a origem da crise no século XX era terem ruído os valores tradicionais, essencialmente os religiosos. Para outros, a divinização da ciência e idolatria dos cientistas, o mito do progresso científico, substitutos das crenças tradicionais, entre elas a […]

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AS ARTES E O PROCESSO CRIATIVO

  XIX – CRISE E RUTURA DOS VALORES E CHOQUE DA GUERRA – I   No século XIX e até à primeira grande guerra, a Europa viveu um período eufórico de criatividade científica e intelectual, de inventos permanentes e sucessivos que faziam crer que o progresso estava intimamente ligado ao desenvolvimento científico. Desenvolveu-se o cientismo, […]

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AS ARTES E O PROCESSO CRIATIVO

  XVIII – SURREALISMO – V   AS SURREALISTAS   Há no surrealismo nomes no feminino que merecem referência. Exceções à regra estabelecida pelo cânone oficial masculino sempre existiram, como Sonia Delauney, Lyubov Popova, Aleksandra Ekster, Natalia Goncharova, Marianne Brandt, o mesmo sucedendo no movimento surrealista com Méret Oppenheim, Frida Kahlo, Leonora Carrington, Louise Bouirgeois […]

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AS ARTES E O PROCESSO CRIATIVO

  XVII – SURREALISMO – IV MAGRITTE, MAN RAY E OUTROS                O artista belga René Magritte é tido como um pintor surrealista cerebral e do absurdo, em que nada é exatamente o que parece. A representação é uma possibilidade ilimitada de significados. A arte funciona na base de uma saudável mentira. A representação artística […]

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AS ARTES E O PROCESSO CRIATIVO

  XV – SURREALISMO – II A PARANOIA CRÍTICA DE DALÍ (I) Rumo a uma arte livre criadora de uma linguagem do desejo sem preconceitos, expurgando aspirações marxistas e partilhando pesquisas psicanalíticas, em especial freudianas, emergem artistas como Salvador Dalí, com a teoria da paranoia crítica ou do método espontâneo de conhecimento irracional baseado na […]

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AS ARTES E O PROCESSO CRIATIVO

  XIV- SURREALISMO – I RAÍZES E SURGIMENTO   1. A expressão surrealismo popularizou-se e entrou no vocabulário quotidiano sob a forma de um adjetivo: surreal. Estando para além do real, expressa o irracional, a desrazão, o fantástico, o oculto, o absurdo, o estranho, o excêntrico, o esoterismo, a alucinação, resultando da interpretação da realidade […]

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