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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é um espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

CRÓNICAS PLURICULTURAIS

    96. PACIFISMO E BELICISMO (II) Para os pacifistas, os realistas são seres humanos doentes, sendo premente analisar como pode a humanidade sobreviver a uma doença letal de que são portadores fabricantes do terror absoluto, numa sociedade contemporânea tecnicamente evoluída, em que a ciência perdeu a inspiração humanista, ao invés de uma visão pacifista […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

    95. PACIFISMO E BELICISMO (I) A tradição pacifista tem uma verdade essencial, que é o valor da paz.  Só a verdadeira boa vontade, o espírito de tolerância, a crença num estado de coisas melhor para o mundo, através de uma educação consciente podem solucionar os males da guerra. Para os pacifistas de todos […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

94. O INSUCESSO DA UTOPIA EM ORWELL Orwell era um intelectual que acreditava que o mundo podia ser modificado pela força do intelecto.  Por maioria de razão enquanto jovem, na sua aurora de impulso juvenil e primaveril.  Acreditou fervorosamente no socialismo.  Era um socialista idealista, em termos de conceitos e ideias.    A maioria dos intelectuais […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

93. POESIA E LIBERDADE OSIP MANDELSTAM: IN MEMORIAM Vivemos sem sentir o chão nos pés,    A dez passos não se ouve a nossa voz. Uma palavra a mais e o montanhez           Do Kremlin vem: chegou a nossa vez. Seus dedos grossos são vermes obesos.       Suas palavras caem como pesos. Baratas, seus bigodes dão risotas; Brilham […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  92. A OBRA E O ANONIMATO Pode separar-se a obra do seu autor. Daí que possa haver bons escritores, cineastas, escultores, pintores e artistas em geral, e más pessoas ou maus cidadãos. Nem as tendências pró-fascistas do futurismo italiano, nem o fascismo de Ezra Pound,  nem o alcoolismo e fúrias explosivas de Hemingway que […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  91. FICÇÕES DO TEMPO   Santo Agostinho, em Confissões, reconhece três tempos: “Um presente das coisas passadas, um presente das coisas presentes, e um presente das coisas futuras. O presente das coisas passadas é a memória; o presente das coisas presentes é a vida, e o presente das coisas futuras é a espera”. A […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

90. FASCÍNIO NATALÍCIO Vive-se o Natal pensando que pode dar um sentido à vida.   Um aconchego de nós em nós e com os outros.Um querer permanente convocando família, ausentes e presentes.   Sempre em formação e por uma humanidade melhor.    Aconchego, acolhimento, irmandade, solidariedade, paz.     Dele ficou-nos um estímulo encantatório e nostálgico.  Um impulso que […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  89. DA NATUREZA FINITA DA VIDA HUMANA À IMORTALIDADE Os deuses sempre foram vistos como imortais. Durante milénios, todas as grandes estruturas do universo estiveram associadas ao infinito e à imortalidade. Galáxias, estrelas, planetas, eram considerados deuses e imortais.  Mais divinizado era o deus solar, como Rá e Amon-Rá (deus do sol egípcio) e […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

88. BREVE INTRODUÇÃO AOS DIREITOS HUMANOS Antes de sermos portugueses, europeus, africanos, americanos, asiáticos, somos todos, em primeiro lugar, seres humanos.   Daí o ser humano, pelo facto de ser pessoa, ter direitos inalienáveis e indisponíveis, pessoais e intransmissíveis. São direitos que a ninguém podem ser negados, inatos e intrínsecos a qualquer pessoa, antepondo-se e […]

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