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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é um espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

MEDITANDO E PENSANDO PORTUGAL

  38. O PAÍS COMO REALIDADE CULTURAL E LINGUÍSTICA O reforço de Portugal, como realidade cultural e linguística, é o principal suporte da nossa reação aos desafios que a atual globalização nos coloca e à nossa existência como país. Numa perspetiva económica e financeira, o escudo e a política monetário-cambial nacional desapareceu. Passámos a ter […]

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A LÍNGUA PORTUGUESA NO MUNDO

  XCI – DO ABUSO DO INGLÊS AO DESDÉM PELO PORTUGUÊS É crescente e abusiva a invasão da terminologia inglesa, incluindo a versão norte-americana, no nosso país. O ser saudavelmente poliglota ou o uso de palavras ou frases estrangeiras no dia a dia, por necessidade ou por graça, não justifica o desdém pela nossa língua […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  130. RITUAIS   De rituais é o fim de ano. Uma expetativa que se renova. Balanços, soma de rotinas consagradas por costumes, tradições, hábitos ou normas que devem ser executadas, de modo useiro, uma vez por ano. À meia-noite da passagem de ano, arremessasse mentalmente o futuro pensando doze desejos ingerindo, por exemplo, outras […]

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A LÍNGUA PORTUGUESA NO MUNDO

  XC – APENAS UM NOBEL DE LITERATURA EM PORTUGUÊS    Criado há mais de cem anos (1901), o prémio Nobel de Literatura só foi atribuído a um escritor de língua portuguesa, ao português José Saramago, em 1998. O Brasil, país independente há 200 anos, não foi, até hoje, contemplado, o mesmo sucedendo com escritores […]

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A LÍNGUA PORTUGUESA NO MUNDO

  LXXXIX – IN MEMORIAM DE GAL COSTA Em Veneza, uma guia italiana, num português gostoso de ouvir, falava fluentemente, quase sem mácula. Curioso, interpelei-a para saber onde aprendera e porquê. Foi em Itália, respondeu, por amor à música brasileira, que sempre amou, acrescentou.  Invocou, de seguida, as vozes e as canções de Gal Costa, Caetano […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  128. A NÃO-BANALIDADE E A SOLIDÃO NOS HOMENS DE BEM Não se adequa aos parâmetros tradicionais quem resiste a saber poder ser vítima de violência extrema, não hesitando, mesmo assim, em salvar do sofrimento ou morte pessoas de ideologias, religiões, etnias e nacionalidades diferentes, entrando em rutura com o regime estabelecido, de que foi, […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  126. PELA NÃO-BANALIDADE DO MAL E DO BEM Sendo por natureza o mal radical, não pode ao mesmo tempo ser banal. Classificar o mal como banal é perigoso, podendo dar a ideia de ser algo sem gravidade. Uma suposta banalidade do mal normaliza-o, havendo que o não vulgarizar, em paralelo com a não-banalidade do […]

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