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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é um espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

MEDITANDO E PENSANDO PORTUGAL

  14. SUICÍDIO E PESSIMISMO NACIONAL EM MANUEL LARANJEIRA (III)     Suicídios célebres foram usados por Laranjeira para interpretar o país e o seu pessimismo. Em 1889, Soares dos Reis; em 1890, Camilo de Castelo Branco; em 1891, Antero de Quental.   Embora no primeiro artigo de Pessimismo Nacional os não tenha como um […]

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MEDITANDO E PENSANDO PORTUGAL

  13. O PESSIMISMO NACIONAL EM MANUEL LARANJEIRA (II)                    Mas há um pessimismo associado a uma ideia de decadência, em que o analfabetismo e a ausência de educação eram para Laranjeira a base primordial do decadentismo nacional, perante o facto de quatro quintos da população portuguesa ser analfabeta, o desencontro e a incapacidade […]

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MEDITANDO E PENSANDO PORTUGAL

  12. O PESSIMISMO NACIONAL EM MANUEL LARANJEIRA (I)   O pequeno livro tem um título chamativo – O Pessimismo Nacional (Frenesi, Lisboa, MMIX). O autor, Manuel Laranjeira, é um protótipo do pessimismo instintivo, a que não é alheio o seu suicídio. Ao “deprimir e denegrir a pátria”, como “hábito inato”, tenta-se incutir a toda […]

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MEDITANDO E PENSANDO PORTUGAL

  11. O CULTO DE DIZER MAL DE NÓS   Há que expurgar determinada fatalidade, crítica ou indiferença resignada a que tantos portugueses se agarram, a que não é alheia uma auto-flagelação, miserabilismo e pessimismo de que se faz eco, entre nós, uma certa elite pensante detentora de domínio e prestígio sobre o grupo social, […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  23. UMA HISTÓRIA DE ASSOMBRO: PORTUGAL-JAPÃO, SÉCULOS XVI-XX   A exposição patente no Palácio da Ajuda, em Lisboa (até 26.03.2019), pretende mostrar as várias fases da relação estabelecida entre Portugal e o Japão há quase 500 anos, marcadas pelo assombro, deslumbramento e maravilhamento inicial, a que se seguiu uma desconfiança e tensão crescente que […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  22. A BANALIZAÇÃO DA FOTOGRAFIA A fotografia foi uma arte.   Uma arte de memória.      De avivar a memória e ter boas recordações.   Discreta, pessoal, familiar, intransmissível.    Um bem escasso, raro e precioso.   Testemunho de momentos marcantes.   Copiando a realidade e colando-a em molduras e álbuns de família. […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  21. “LIVRES E IGUAIS”   No antigo convento de agostinianos, fundado em 1633, velho casarão conventual adaptado ao Tribunal da Boa Hora, em Lisboa, já extinto, e esperando melhores dias, foi inaugurada, a 7 de setembro de 2018, a exposição “Livres e Iguais”, organizada pela Secretaria-Geral do Ministério da Justiça, no âmbito das comemorações […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  20. DO DIREITO NATURAL E POSITIVO NOS DIREITOS HUMANOS   Primordialmente os direitos humanos apoiam-se no jusnaturalismo, que tem como denominador comum um sistema de princípios e normas que se designa por direito natural (aquele que o é por natureza), constituído por um conjunto de fundamentos e regras superiores ao direito positivo, valendo independentemente […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  19. O QUE É LEGAL NÃO É NECESSARIAMENTE ÉTICO   Há quem defenda que a Ética precede e antecede o Direito, porque antes das leis positivas, feitas pelo ser humano, há as leis naturais, leis comandos, inerentes e consubstanciais à essência da razão humana.      Por exemplo, as Tábuas de Moisés, consubstanciando os […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  18. A ARTE É DA HUMANIDADE   Se uma obra de arte vale por si e é um fim em si mesmo.Se vale pela sua autenticidade, intemporalidade, originalidade e universalidade. Se vale pela sua meritocracia e valor intrínseco. Partilhando critérios de cultura pura, ausentes de consentimento e validação externa, em prejuízo de critérios de […]

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