PEDRAS NO MEIO DO CAMINHO
XXI. JANTAR À PORTUGUESA Eu prometi que voltaria a Camilo Castelo Branco e aqui regresso ao rico mundo dos seus fantasmas. Ele bem merece. Ajuda-me o José Viale Moutinho, incansável na busca literária das melhores referências à comesaina. Lembrava-me há dias que a frase tantas vezes ouvida às nossas mesas “Comi como um […]