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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é um espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

MEDITANDO E PENSANDO PORTUGAL

  33. CIDADANIA ORIGINÁRIA E DERIVADA Ascendência (ius sanguinis) e território (ius soli) são os elementos causais da cidadania originária. Casamento, filiação, residência, naturalização, são exemplos de conexões relevantes para aquisição da cidadania derivada. A cidadania originária relaciona-se com a nacionalidade, o que herdámos biologicamente, por via sanguínea, com o não escolhido, transmitindo-se de pais […]

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MEDITANDO E PENSANDO PORTUGAL

32. LIBERDADE E SEGURANÇA (II) Com o 25 de abril democratizámos.  Mas a nossa democracia não factualizou, embora a consagre, a liberdade como valor prioritário, mas sim a segurança.    Por razões históricas, a antiga aceitação da liderança por instituições e pessoas onde o poder está estritamente concentrado, continuou após abril de 1974.  Tal tolerância […]

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MEDITANDO E PENSANDO PORTUGAL

30. JOSÉ MATTOSO (II) Quanto à alegada incapacidade de planeamento dos portugueses, aliada ao talento para a improvisação, JM desmistifica-a dizendo tratar-se de um fenómeno normal numa sociedade semiperiférica, o que desapareceria com a generalização de um ensino racional e a preferência pelo valor da previsão mais do que do imediato e do inesperado, pondo […]

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MEDITANDO E PENSANDO PORTUGAL

29. JOSÉ MATTOSO (I) “Se o critério é o da objetividade, teremos de excluir, desde logo, as teorias messiânicas, tão insistentes e tão carregadas de emotividade, acerca do destino universal do povo português, do seu insondável ”mistério” e da sua irredutível originalidade” (José Mattoso, “A Identidade Nacional”).    A inventariação dos carateres específicos da gente […]

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MEDITANDO E PENSANDO PORTUGAL

  28. OPÇÃO ATLÂNTICA E EUROPEIA (III) Quanto à adesão à Comunidade Europeia, Portugal teve de optar pela democracia, anuência que lhe foi retardada para que pudesse entrar juntamente com Espanha, o que prova que do lado marítimo Portugal tem prioridade, havendo países que têm como do seu interesse a preservação da individualidade portuguesa, sendo […]

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MEDITANDO E PENSANDO PORTUGAL

  27. OPÇÃO ATLÂNTICA E EUROPEIA (II) Autores há que apesar de aceitarem a opção europeia, a olham com reticências, reforçando a vertente atlântica.   Falam em estar de novo à vista uma civilização predominantemente marítima, face a crescentes dificuldades de acesso a regiões terrestres detentoras de produtos estratégicos, como o petróleo, que obrigam a pensar […]

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MEDITANDO E PENSANDO PORTUGAL

26. OPÇÃO ATLÂNTICA E EUROPEIA (I) A opção atlântica é reconhecida desde sempre como historicamente vital para Portugal, não esgotando todas as suas potencialidades, pelo que se impõe também a opção europeia, desde logo porque parte integrante da Europa. O problema presente e futuro que se coloca a Portugal é o de compatibilizar e harmonizar […]

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MEDITANDO E PENSANDO PORTUGAL

25. INTERROGAÇÕES SOBRE O CASO PORTUGUÊS A “excecionalidade” do caso português, em termos de existência e sobrevivência é tida como exemplo, por vários autores, tendo como referência imediata o desequilíbrio e desproporção territorial com o único estado vizinho, agudizada pela natureza insular da Península Ibérica, qual ilha, tipo Jangada de Pedra de Saramago, tornando mais […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

87. O INÚTIL E O ÚTIL No texto A Árvore Inútil, o pensador chinês Tchouang-Tseu, discípulo de Lao-Tseu, escreveu: “Houi-Tseu dirigiu-se a Tchouang-Tseu e disse: “Eu tenho uma grande árvore. As pessoas chamam-lhe árvore dos deuses. O seu tronco é tão nodoso e disforme que não se pode cortar a direito. Os seus ramos são […]

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