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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é um espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

A LÍNGUA PORTUGUESA NO MUNDO

LXXXIV – AFETOS LINGUÍSTICOS E (NÃO) ESTRATÉGIA Os afetos existem e são fundamentais. Os afetos linguísticos não são muito diferentes daquilo que se passa entre pessoas. Por vezes estamos apaixonados, amanhã divorciados.   Tem de haver um conhecimento contínuo de um reconhecimento recíproco atualizado permanentemente. Mas não há uma sensibilidade política e da sociedade civil para […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

94. O INSUCESSO DA UTOPIA EM ORWELL Orwell era um intelectual que acreditava que o mundo podia ser modificado pela força do intelecto.  Por maioria de razão enquanto jovem, na sua aurora de impulso juvenil e primaveril.  Acreditou fervorosamente no socialismo.  Era um socialista idealista, em termos de conceitos e ideias.    A maioria dos intelectuais […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

93. POESIA E LIBERDADE OSIP MANDELSTAM: IN MEMORIAM Vivemos sem sentir o chão nos pés,    A dez passos não se ouve a nossa voz. Uma palavra a mais e o montanhez           Do Kremlin vem: chegou a nossa vez. Seus dedos grossos são vermes obesos.       Suas palavras caem como pesos. Baratas, seus bigodes dão risotas; Brilham […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  92. A OBRA E O ANONIMATO Pode separar-se a obra do seu autor. Daí que possa haver bons escritores, cineastas, escultores, pintores e artistas em geral, e más pessoas ou maus cidadãos. Nem as tendências pró-fascistas do futurismo italiano, nem o fascismo de Ezra Pound,  nem o alcoolismo e fúrias explosivas de Hemingway que […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  91. FICÇÕES DO TEMPO   Santo Agostinho, em Confissões, reconhece três tempos: “Um presente das coisas passadas, um presente das coisas presentes, e um presente das coisas futuras. O presente das coisas passadas é a memória; o presente das coisas presentes é a vida, e o presente das coisas futuras é a espera”. A […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

90. FASCÍNIO NATALÍCIO Vive-se o Natal pensando que pode dar um sentido à vida.   Um aconchego de nós em nós e com os outros.Um querer permanente convocando família, ausentes e presentes.   Sempre em formação e por uma humanidade melhor.    Aconchego, acolhimento, irmandade, solidariedade, paz.     Dele ficou-nos um estímulo encantatório e nostálgico.  Um impulso que […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  89. DA NATUREZA FINITA DA VIDA HUMANA À IMORTALIDADE Os deuses sempre foram vistos como imortais. Durante milénios, todas as grandes estruturas do universo estiveram associadas ao infinito e à imortalidade. Galáxias, estrelas, planetas, eram considerados deuses e imortais.  Mais divinizado era o deus solar, como Rá e Amon-Rá (deus do sol egípcio) e […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

88. BREVE INTRODUÇÃO AOS DIREITOS HUMANOS Antes de sermos portugueses, europeus, africanos, americanos, asiáticos, somos todos, em primeiro lugar, seres humanos.   Daí o ser humano, pelo facto de ser pessoa, ter direitos inalienáveis e indisponíveis, pessoais e intransmissíveis. São direitos que a ninguém podem ser negados, inatos e intrínsecos a qualquer pessoa, antepondo-se e […]

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MEDITANDO E PENSANDO PORTUGAL

  34. PRAXES Estudantes de capas pretas desfilam em cortejos chamativos, ruidosos e cinzentos, coagindo e humilhando iniciandos que nos anos seguintes o farão a outros, numa sucessão temporal de décadas.     Uns são a favor. Outros, contra. Há quem relativize. É um ritual passageiro que faz parte da juventude, num grupo de ignorantes intolerantes, ou […]

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