auto_stories

Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

news

Subscrever por e-mail

Receberá apenas novas publicações - no máximo, um e-mail por dia.

Lista de artigos

AS ARTES E O PROCESSO CRIATIVO

  II – VANGUARDA CUBISTA   1. O cubismo, com o seu vanguardismo, contribuiu decisivamente para uma abordagem inovadora da arte e para a extinção de velhos conceitos estéticos, ao escolher a via não figurativa ou abstrata, à semelhança do futurismo e do abstracionismo.   Nunca teve um manifesto, programa ou manifestações políticas, ao invés […]

Ler mais east

MEDITANDO E PENSANDO PORTUGAL

  6. PORTUGAL, LUSOFONIA E CPLP NO PENSAMENTO DE EDUARDO LOURENÇO – III     Para Eduardo Lourenço a lusofonia é um mito cultural português recente que tenta persistentemente desconstruir, expurgando-o de teorias emotivas, míticas ou messiânicas. O imaginário lusófono tornou-se, definitivamente, o da pluralidade e da diferença, pelo que, se queremos dar algum sentido […]

Ler mais east

MEDITANDO E PENSANDO PORTUGAL

  5. PORTUGAL E A EUROPA NO PENSAMENTO DE EDUARDO LOURENÇO – II Após apostarmos, politicamente, enquanto projeto nacional, no diálogo com a Europa, Eduardo Lourenço revê as relações imagético-históricas entre Portugal e a Europa numa tripla dimensão cronológica e mental. No primeiro momento, a imagem assume-se como a de uma extensão da Europa na […]

Ler mais east

MEDITANDO E PENSANDO PORTUGAL

  4. PORTUGAL E A EUROPA NO PENSAMENTO DE EDUARDO LOURENÇO – I     Ao invés de Vieira, Pascoais, Pessoa, Agostinho da Silva e António Quadros, Eduardo Lourenço parte da convicção da não existência de um destino providencial, mítico, messiânico, da ausência de utopias variadas, exaltantes, de insondável enigma e irredutível originalidade para o […]

Ler mais east

A LÍNGUA PORTUGUESA NO MUNDO

  XXIV – POLÍTICAS LINGUÍSTICAS – II   1. Alterado o modo de entender a língua, uma nova política linguística se foi e vem estabelecendo em Portugal, com etapas diferenciadas.   A primeira, iniciada em 1936, teve como objetivo prestigiar a nossa cultura e língua, dando continuidade aos leitorados no estrangeiro, iniciados em 1930, visando […]

Ler mais east

A LÍNGUA PORTUGUESA NO MUNDO

  XXIII – POLÍTICAS LINGUÍSTICAS – I     1. Da atitude dominante das soberanias europeias de considerar que “a língua é nossa”, para o conceito de “a língua também é nossa”, transitou-se de uma visão patrimonial da língua, para uma conceção não patrimonial, resultado da mestiçagem ou crioulização a que os idiomas estão sujeitos, […]

Ler mais east

MEDITANDO E PENSANDO PORTUGAL

  3. SOBREVIVENDO E GERINDO DEPENDÊNCIAS – III   A imagem de Portugal como centro, dada pela sua posição pioneira via Descobrimentos, correspondeu à época em que eram sobretudo os portugueses que representavam a Europa à escala global, que vinha então até nós, desejosa de um diálogo igualitário. Com o decorrer do tempo, Portugal deixou […]

Ler mais east

MEDITANDO E PENSANDO PORTUGAL

  2. SOBREVIVENDO E GERINDO DEPENDÊNCIAS – II   1. Ultrapassado o trauma da perda do Império Oriental, o da independência e síndrome de amputação do Brasil e confinado, por um lado, com a decadência nacional de que falava a Geração de 1870 e, por outro, com a doutrina jusinternacionalista da ocupação e partilha efetiva […]

Ler mais east

MEDITANDO E PENSANDO PORTUGAL

  1. SOBREVIVENDO E GERINDO DEPENDÊNCIAS – I   1. Portugal, durante séculos, sempre superou interrogações vitais geradoras de traumas, sobrevivendo continuamente, ainda que, se necessário, em continuidades adaptadas às circunstâncias, subsistindo através da gestão de dependências.   Pertinente é um texto de Oliveira Martins, inserido no prefácio à 3.ª edição do “Portugal Contemporâneo”, de […]

Ler mais east