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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é um espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  64. O FUTURO DAS HUMANIDADES Há que fazer reviver, renascer, eis o termo, as humanidades.  As humanidades perderam muito do poder de mobilização que tinham e, para muitos, são sinónimo de antiguidades, velharias, tempos perdidos de vestígios ausentes, de privações irrecuperáveis. Há que recusar o congelamento, mumificação e subalternização das humanidades, que tal palavra […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  63. PROUST E A ARTE DA MEMÓRIA Para Proust a literatura que se limita a descrever as coisas, “a apresentar apenas um miserável extrato delas feito de linhas e superfícies, é aquela que, intitulando-se realista, mais afastada está da realidade”.  Como poderia uma obra de ficção provar que a realidade é, em última análise, […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  62. ESQUEMAS DE PROGRESSO, REGRESSÃO E DE PODER   O drama da queda do Império Romano sugere que a civilização não progride em linha reta e sempre em direção a mais prosperidade, lei, ordem, tecnologia, segurança, tolerância e unidade na diversidade.    O progresso linear e ascendente em linha reta não é um dado […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  61. FIM E FRUIÇÃO DA ARTE PELA ARTE E COMO MEIO OU INSTRUMENTO Culturalmente falando, entendemos que os juízos críticos, análises, avaliações e demais considerações que têm por objeto a cultura, devem ser feitos em função de critérios e valores próprios, e não subjugados à realização de objetivos que lhe são exógenos, de natureza […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  59. O ABSURDO EM CAMUS   Albert Camus, filósofo do absurdo, defendia que levamos vidas costumeiras, entediantes, monótonas e repetitivas.    Até que um dia nos interrogamos: a vida faz sentido? Percebeu que era impossível responder à pergunta: porque estamos aqui?  Diz que fazemos as coisas de modo rotineiro, como Sísifo, uma personagem mitológica […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  58. UMA TEORIA DA CULPA   A pé e meditando em silêncio, em passeios salubres de época de pandemia, acautelado em regras sanitárias e de distanciamento, recolhendo vitamina solar e tentando alguma imunidade, certifico-me que uma percentagem significativa de veículos estacionados e em circulação, tantas vezes maioritária, é de origem e marca germânica.    […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  57. DA SEGURANÇA NA VIDA À LIBERDADE NA ARTE   Há valores essenciais que permanecem sempre os mesmos.  Sejam éticos, morais, consuetudinários ou jurídicos, permanecem semelhantes no decorrer dos séculos.   São exemplos o não matar, não roubar, não agredir, não violar, não causar sofrimento.Consoante a época e o seu contexto, assumem hierarquias diferentes, significados […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  56. “FOREVER YOUNG”“ETERNAMENTE JOVEM” OU “JOVEM PARA SEMPRE” Um hino à primavera solar que aparenta fazer de nós imortais.    Um ícone à juventude que ficciona fazer de nós jovens para sempre.   “Forever Young”, da banda teutónica Alphaville, é uma exaltação e louvação de quem era jovem, na década de 80, do século […]

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