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Crónica da CulturaLi primeiramente poesia
por Teresa Bracinha VieiraSempre o amor Sempre o amor me cobrou não sei o quê Mostrei-lhe todos os meus papéis. Mas ele insistia, reclamava e achava-me culpada de uma espécie dedesastre mundial Disse-lhe que me chamo Maria, que o tive como minha eternidade, que nunca fui a lugar algum sem elee que, antes do meu nascimento, eu já […]