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Crónicas PluriculturaisComo são belos os campos…
por Joaquim M. M. Patrício1. Se é um lugar-comum que os campos nunca proporcionaram a felicidade aos indígenas e legítimos habitantes (os camponeses), dado estarem factual e maioritariamente associados à pobreza, sobrevivência e subsistência esforçada, trabalho penoso e pesado, como se justifica que deles se tenha construído, ao longo dos tempos, um imaginário encantatório, bucólico, puro e estimulante? […]