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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

CRÓNICAS PLURICULTURAIS

 Jimmy Stewart em “Mr. Smith goes to Washington” 190. A GEOMETRIA VARIÁVEL NA LIBERDADE DE EXPRESSÃO Se a liberdade de expressão implica a liberdade do outro se poder exprimir, exige ter de ouvir o que não gostamos, aceitar a controvérsia e a discussão, dado que, quando não é assim, não somos incomodados, questionados ou perseguidos, […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

Eleanor Roosevelt, presidente da Comissão dos Direitos Humanos na ONU (1946-1950), a segurar a Declaração Universal dos Direitos Humanos. 189. EM BUSCA DA POSIÇÃO MAIS FAVORÁVEL E EFICAZ AOS DIREITOS HUMANOS Em primeiro lugar, todos somos humanos: somo-lo antes de sermos africanos, americanos, asiáticos, brancos, negros, mestiços, budistas, cristãos, muçulmanos, latinos, lusófonos, cidadãos do mundo.  […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

188. BEM COMUM E CONFIANÇA NA CRIATIVIDADE NATURAL HUMANA 1. Na Fábula das Abelhas, de Bernard Mandeville, há uma colmeia onde todas as abelhas viviam em paz, produzindo de tudo, com vida próspera e trabalho para todos, apesar de, no seu dia a dia, sempre se cometerem delitos, haver corrupção e fraudes, em que os […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  187.  ÉTICA OLÍMPICA   “Fiz questão de saber que ele estava bem e que poderíamos discutir o ouro de forma justa. Ele teve um azar. Seria injusto ele perder o ouro daquela forma. Quis ter a certeza que ele voltava e que estava bem. Na minha consciência fiquei aliviado (…) foi mais justo. (…) […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

Eleanor Roosevelt, presidente da Comissão dos Direitos Humanos na ONU (1946-1950), a segurar a Declaração Universal dos Direitos Humanos. 186. ESCRUTÍNIOS ÉTICOS E LEGAIS Antes das leis positivas, feitas pelos humanos, de natureza imperativa e coativa, há as normas éticas, tidas como leis-comandos, naturais ou inerentes à razão humana. Representam, algumas delas, valores éticos permanentes […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  185. TUDÓLOGOS São especialistas em tudo, dão palpites e pitaco sobre tudo, são “sabichões” que aparecem na tv, rádio, imprensa escrita, redes sociais, nos media em geral. Diz-se que são formados em “generalidades”, falam, entretêm, escrevem e comentam tudo. Há quem os apelide de “comentadores”, “palpitólogos”, “achistas”, porque “comentam”, “palpitam” e “acham” isto e […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

184. O PARADOXO DE FERMI, O GRANDE FILTRO E A INCERTEZA 1. O físico italiano, naturalizado estado-unidense, Enrico Fermi, observou que talvez estejamos sós no universo, dada a enorme quantidade de estrelas da nossa galáxia (200 mil milhões), quase todas com planetas, não se tendo encontrado, até agora, qualquer civilização extraterrestre. O que é desesperante […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  183. CAMINHAR Há mais de dois mil anos, havia uns estudantes de filosofia, da escola aristotélica, que se chamavam peripatéticos. Receberam este nome porque filosofavam enquanto caminhavam, dado Aristóteles ensinar ao ar livre, enquanto lia e dava lições. Caminhavam, deambulavam, passeavam, refletiam e meditavam no exterior, lá fora. Andavam e pensavam com tempo, paciência […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  182. A VISTA ALEGRE E A SUA EXCELÊNCIA EM 200 ANOS A Vista Alegre (VA) é, reconhecidamente, um caso único no cenário nacional. Pelo alvará régio de 1 de julho de 1824, o rei D. João VI autorizou o funcionamento da fábrica de porcelanas da Vista Alegre, hoje a mais antiga da Península Ibérica. […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  181. REFLEXÕES POÉTICAS Escrever, em geral, é uma atividade solitária, que pode ou não ser recompensada pela leitura e leitores, se os houver.  Escrever poesia, em particular, é uma atividade ainda mais solitária, onde a solidão do autor é menos recompensada pela leitura, sendo usualmente mais exíguos, nulos ou quase nenhuns os ledores. Indagar […]

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