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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  42. DAS CANTIGAS DE AMIGO AOS FALSOS AMIGOS Na Idade Média amigo e amado eram sinónimos.   As cantigas ou cantares de amigo eram cantigas ou cantares de amor.      Ondas do mar de Vigo,    Se vistes meu Amigo!       E ai, Deus, se verrá cedo! Ondas do mar levado, Se vistes meu […]

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CARTAS NOVAS À PRINCESA DE MIM

  Minha Princesa de mim:        Habituei-me a escutar a soprano francesa Sandrine Piau cantando árias de Haendel e Mozart, e revejo com alguma frequência o registo videográfico da ópera Alcina, em que o seu desempenho da personagem com o mesmo nome me comove profundamente. Esta manhã descubro-a noutras interpretações, que me encantam mais do que surpreendem […]

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TRÊS GRANDES FERIDAS DO NOSSO TEMPO

  1. Todas as épocas têm as suas características, as suas vantagens e os seus perigos e ameaças. O nosso tempo sofre de três grandes feridas que nos levam à inquietação e à incerteza, contribuindo para a solidão, não a solidão habitada, necessária para estar consigo e com os outros na profundidade, mas a solidão […]

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QUE NÃO SE JEJUE NO AMOR!

  O Padre Anselmo Borges publicou aqui a 27 de março do corrente um texto de entrançadas e acutilantes reflexões, nomeadamente sobre o jejum, o silêncio, a espiritualidade, entre outras temáticas que certeiramente acudiram às relações que estabeleceu para refletir sobre Quaresma e mundo.   Imaginei um mastro e as velas à volta dele, amarradas […]

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O TEMPO E O AMOR

  Diz-se que o tempo sempre se anuncia e com ele se intui o que se pode e o que se não vai poder nunca. É uma espécie de condenação definitiva que se admite de uma forma ou de outra.   E o que fazer do conhecimento dos olhos quando de frente para nós despertam […]

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Se és fogo, como passas tão brando?

  El oficio de Cupido, Los Siete Pecados Capitales, Las Siete Virtudes, Los amores de los dioses y Cinco sentidos numa sumptuosa edição da TASCHEN, editora alemã cuja minucia da edição perfeita sempre nos surpreende e surpreenderá.   A recompilação das 143 magníficas gravuras dos princípios do séc. XVII que ilustram o amor em suas alegorias, os provérbios […]

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