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Crónica da CulturaCartas de setembro II
por Teresa Bracinha VieiraPois é, Maria Amélia, é mesmo como dizes. Muitas doenças tremendas desceram sobre esta civilização. Parece o desastre de tudo quanto se sonhara; aparenta não haver espaço para vida digna ou para uma sociedade que não seja vil. Mas não quero crer que a alma tenha sido devorada por outros e por nós mesmos e […]